No dia 13 de março de 2002, quando Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Piauí, em noite memorável, ao lado de insignes Desembargadores e Juízes, no “Restaurante Celso Drink’s”, instalamos a Academia de Letras da Magistratura Piauiense que hoje, 13 de Março de 2026, completa 24 anos de existência, honrando as letras, a cultura, as artes e a memória de toda vida MAGISTRATURAL dos componentes que sublimam a trajetória do conhecimento, especialmente jurídico, de homens emoldurados pelo brilhantismo de atitudes, labores, lutas e devotamento às causas da sapiência no oráculo como Atena, deusa da sabedoria e das artes, segundo a mitologia grega.
Nestes 24 anos de profunda profusão do intelecto humano dos imortais que já partiram, somatizando com nós outros que perseguimos essa caminhada de vitórias, comemoramos essa data como “Bodas de Opala”, um verdadeiro casamento indestrutível e fiel, simbolizando uma união moderna, multifacetada e preciosa com o legado de tantas figuras que mortais, se tornaram imortais pelas virtudes do saber transcendentais às gerações do porvir.
A Opala, conhecida pela iridescência e variedade de cores que irradiam nas mentes desses confrades e confreiras cuja luz nunca se apaga, não fica opaca, mas sempre incandescente pelos exemplos e a magnitude de seus membros. Nossa Academia é um sol nascente que pode se curvar na escuridão da noite, mas que como estrelas cintilantes e os astros nos ilumina muito mais, pela beleza do firmamento que esparge entre nós, o eterno brilho da instrução, a erudição e a cognição.
Essa Presidência, ao lado de nossos patronos e ocupantes, se regozijam em comemorar as “Bodas de Opala” de nossa instituição, cujo termo ACADEMIA se originou na Grécia antiga como um bosque sagrado, um ginásio localizado nos bosques de Atenas dedicado ao lendário herói Akademo, transformando-se, com o tempo, em escola de filosofia fundada por Platão no ano 387 A.C.
Que nossa Academia de Letras da Magistratura Piauiense, ainda jovem, mas rica de conteúdo histórico, oriundo dessa viga forte que é o Tribunal de Justiça do Piauí, possa, através do tempo, ser uma andarilha constante em busca do saber, sorvendo o cálice cristalino e retumbante da inteligência, fonte inesgotável do saber.